Algodão ressurge no Noroeste do Paraná
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| Gerson Bortoli acompanha a colheita |
O algodão que sumiu das lavouras no Noroeste do Paraná no fim da década de 70, agora ressurge como opção de rotatividade no campo na região de Umuarama. A retomada da cultura chega por meio de um projeto com a Associação dos Cotonicultores Paranaenses (Acopar). Gerson Magnoni Bortoli é um dos primeiros agricultores a investir na interação soja/algodão, na sua propriedade no município de Perobal.
Campeão de produtividade de soja, Bortoli realizou sua segunda colheita de algodão. “Estamos esperando os resultados finais, mas este ano parece que o algodão será mais rentável se comparado com a soja”, ressaltou.
O produtor aceitou o desafio da associação e plantou 13 hectares, com expectativa de colher 600 arrobas por alqueire, sendo que o preço da arroba cotada no dia 20 era de R$ 40,00. “Hoje seria uma cultura mais rentável se comparado a soja, pois o preço do algodão vem subindo. Além de ser uma ótima opção para fazer interação na rotatividade da lavoura, com interação também na pecuária”, salientou.
Conforme o técnico da Acopar, Otaviano Lelis, nesta nova fase do algodão na região a cultura chega apoiada pela tecnologia e pesquisa. Hoje a com colheita é mecanizada, com variedades de sementes adaptáveis e novos períodos de plantio. “Estamos neste trabalho há quatro anos distribuído em 30 áreas pelo Estado e nas modalidades: integração lavoura/pecuária, algodão safra e safrinha”, explicou.
O pesquisador Wilson Paes explica, que hoje as regiões Norte e Noroeste vivem o binômio da soja e milho, não oferecendo outra rotação em meio a integração deixando o agricultor vulnerável as baixas de preço, como está acontecendo atualmente. “A proposta de uma nova alternativa para rotação de culturas e rentabilidade”, conta.
Mecanização – Além das mudanças nos períodos de plantio, e sementes resistentes a pragas, outra mudança na produção do algodão é a colheita, que hoje é feita por máquina colheitadeira. A mecanização, conforme a Acolpar, reduz os custos da cultura em 30% se comparada com a forma antiga.
O produtor aceitou o desafio da associação e plantou 13 hectares, com expectativa de colher 600 arrobas por alqueire, sendo que o preço da arroba cotada no dia 20 era de R$ 40,00. “Hoje seria uma cultura mais rentável se comparado a soja, pois o preço do algodão vem subindo. Além de ser uma ótima opção para fazer interação na rotatividade da lavoura, com interação também na pecuária”, salientou.
Conforme o técnico da Acopar, Otaviano Lelis, nesta nova fase do algodão na região a cultura chega apoiada pela tecnologia e pesquisa. Hoje a com colheita é mecanizada, com variedades de sementes adaptáveis e novos períodos de plantio. “Estamos neste trabalho há quatro anos distribuído em 30 áreas pelo Estado e nas modalidades: integração lavoura/pecuária, algodão safra e safrinha”, explicou.
O pesquisador Wilson Paes explica, que hoje as regiões Norte e Noroeste vivem o binômio da soja e milho, não oferecendo outra rotação em meio a integração deixando o agricultor vulnerável as baixas de preço, como está acontecendo atualmente. “A proposta de uma nova alternativa para rotação de culturas e rentabilidade”, conta.
Mecanização – Além das mudanças nos períodos de plantio, e sementes resistentes a pragas, outra mudança na produção do algodão é a colheita, que hoje é feita por máquina colheitadeira. A mecanização, conforme a Acolpar, reduz os custos da cultura em 30% se comparada com a forma antiga.
O Futuro
Segundo a Acopar é esperado que o trabalho seja atraente para os produtores e eles comecem a plantar áreas maiores e a cultura se torne independente. Mas para isso é preciso realizar esse primeiro passo que está acontecendo. “Quando o produtor perceber que isso permite produzir mais soja, conviver melhor com mato e logicamento a melhoria do solo vamos ter uma rotatividade mais completa e benéfica para o produtor, mercado e meio ambiente”, finalizou Wilson Paes.


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